A dívida bancária da sua empresa saiu do controle?

Existe caminho jurídico para renegociar em outras condições.

Execução em curso, conta bloqueada, bem penhorado, aval pessoal sendo cobrado. Quando o passivo bancário chega nesse ponto, a diferença entre um acordo que sufoca e um acordo que a empresa consegue pagar não está na conversa com o gerente. Está na força jurídica que a empresa leva para a mesa.

O que nós resolvemos

Auditoria dos contratos

Cada contrato é revisado linha a linha: juros, tarifas, capitalização, seguros embutidos e encargos de inadimplência. É a auditoria que mostra quanto da dívida cobrada é de fato devido.

Ação revisional

Quando a auditoria encontra cobrança indevida, a revisional é o instrumento para discutir o saldo em juízo e recalcular o que a empresa realmente deve.

Defesa em execução

Execução de título extrajudicial, busca e apreensão, cobrança dirigida ao avalista. A defesa técnica discute o valor exigido e devolve à empresa o tempo necessário para negociar.

Negociação bancária

A conversa deixa de ser sobre quanto a empresa consegue pagar e passa a ser sobre quanto aquela dívida efetivamente vale. É dessa mudança de posição que nasce o deságio.

Proteção patrimonial

Organização preventiva do patrimônio da empresa e dos sócios, dentro da lei, feita antes de o bloqueio judicial acontecer. Depois da constrição, as opções são bem menores.

Formalização do acordo

Proposta e acordo redigidos e revisados por quem conhece a cláusula que volta a apertar depois. O acordo mal formalizado é o que traz a empresa de volta ao problema em dois anos.

Como funciona

1. Diagnóstico

Levantamento de todos os contratos, execuções em curso, garantias dadas e avais assumidos. Muita empresa descobre aqui que o passivo real é diferente do que imaginava.

2. Auditoria e estratégia

Revisão contrato a contrato e definição do caminho: o que se discute em juízo, o que se negocia, o que se protege. Cada frente tem um prazo e um objetivo.

3. Defesa e reposicionamento

Defesa nas execuções e ajuizamento das medidas cabíveis. É esta etapa que muda a posição da empresa na mesa de negociação.

4. Acordo

Formalização da proposta e do acordo com a instituição financeira, com o saldo devedor recalculado e as condições de pagamento ajustadas à realidade do caixa.

Números do escritório

+1.500
ações contra instituições financeiras
+100
avaliações 5 estrelas no Google
Nacional
atuação em todo o país, com sede em Belo Horizonte

Quem conduz o trabalho

Dr. José Antônio Pereira da Silva Junior

OAB/MG 213.994. Bacharel em Direito pela Rede Doctum de Ensino. Pós-graduado em Processo Civil. Especialista em Direito Bancário. MBA em Crescimento Estratégico.

Dr. Lucas Henrique da Cunha

OAB/MG 177.677. Bacharel em Direito pela Escola Superior Dom Helder Câmara. Pós-graduado em Advocacia Cível. Especialista em Direito Bancário.

Dúvidas que travam a decisão

O que é gestão de passivo bancário?

É tratar todas as dívidas bancárias da empresa como um conjunto, e não uma a uma. Auditoria dos contratos, defesa nas cobranças judiciais, proteção do patrimônio e negociação conduzida com base jurídica, em vez de conversa isolada com cada banco.

Minha empresa já está sendo executada. Ainda dá para fazer alguma coisa?

Sim. A execução em curso não encerra a discussão sobre o valor cobrado nem impede acordo. O que muda é a urgência: quanto mais adiantado o processo, menor o espaço de manobra e maior o risco de constrição sobre bens.

O banco pode bloquear a conta da empresa?

Em execução judicial, sim, mediante ordem do juiz. Existem medidas para discutir o bloqueio, pedir a liberação de valores essenciais à atividade e oferecer substituição de garantia, mas cada caso depende do que já foi decidido no processo.

Sou avalista. Meu patrimônio pessoal corre risco?

O aval é justamente o que permite ao banco cobrar do sócio, e não apenas da empresa. É por isso que a proteção patrimonial é uma frente própria do trabalho, e é a que mais perde eficácia quando acionada tarde.

Quanto tempo leva?

Depende do número de contratos, do estágio das execuções e da postura de cada instituição. O diagnóstico inicial é rápido. As frentes judicial e de negociação correm em paralelo e têm prazos distintos. Isso é dito com clareza na reunião, caso a caso.

Leve o seu caso para análise

Traga os contratos, as execuções em curso e as garantias dadas. A primeira conversa serve para dimensionar o passivo real da empresa e dizer, com franqueza, o que é possível fazer a partir de onde o caso está hoje.